
Na Antiguidade, os Filósofos já consideravam a existência de "arquétipos" em suas alocuções explanativas.

Entretanto, a Teoria dos Arquétipos só foi formulada no começo do século XX, por Carl Gustav Jung.


Com o propósito de elucidar certos paradigmas, Jung descreveu "doze arquétipos", subdivididos em 4 grupos de atuação...

O arquétipo representa uma performance do "Eu Inconsciente" em consonância com o "Eu Consciente", permitindo ao Self (Eu Próprio) se sobressair em determinadas ocasiões.

Com a intenção de ocultar sua verdadeira personalidade, a pessoa escolhe um dos arquétipos para cada situação em particular...

Ou seja, cada indivíduo utiliza um arquétipo diferente com a intenção de interagir de forma peculiar, tentando sobreviver em meio à Coletividade.

Como em um Jogo de Quebra-cabeças, o "arquétipo" ideal pode se encaixar com perfeição em cada ocasião/situação.

De acordo com Jung, cada arquétipo carrega uma característica própria, que possibilita ao indivíduo resistir em meio aos desafios diários.

A atuação (representação) torna-se tão natural, que a pessoa nem percebe que está utilizando um "arquétipo" em sua convivência diária com os demais.

Ao compreender a influência dos Arquétipos no convívio social, a pessoa torna-se capaz de enfrentar suas adversidades com profundo autoconhecimento.

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